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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

MCM - Modelo Computacional da Mente


Debate ocorrido na lista espiritimo-cientifico

Mauricio:

Uma das dificuldades para qualquer um que pretenda explicar a acentuada "autonomia" entre consciente e inconsciente (que parece ser um consenso) é encontrar uma explicação razoavel de como e porque se dá esse fenomeno. Poderiamos citar: o mediunismo, o animismo, o hipnotismo, a criptmnesia, psi, etc...

Na teoria espirita boa parte dos fenomenos podem ser "resolvidos" pela
introdução de uma (ou mais) entidade exogena, enquanto na psicologia
materialista recorre-se a uma simples classificaçao, ou seja da-se a
alguns desses fenomenos o nome de dissociação da personalidade. Em alguns casos entretanto a dissociação não explica bem alguns fenomenos e muitas vezes não consegue explicar (casos classicos de mediunidade, por exemplo).

E é aí que entra o tal modelo MCM...


Ola Todos,

Sem requerer o merito do ineditismo gostaria de conversar com o grupo
sobre um modelo que chamei de computacional MCM. Penso que esse modelo, apesar de basico, creio resolver muitas das questoes que temos debatido por aqui ja faz algum tempo.

O conceito de Inconciente derivado da teoria espirita, expandido pelo
Herminio Miranda e interpretado por mim (e aqui pode ter alguns problemas).
Tem dois os pontos principais: A diferenciação entre "personalidade"
(alma) e "individualidade" (espirito); e as memórias da vida atual e das vidas pregressas. Para entender esses conceitos sugiro ler o conceito original no livro A memoria e o tempo, ou um resumo no meu trabalho A regressao de memoria ( http://groups.google.com.br/group/Espiritismo-Cientifico/files?hl=pt-BR).

Uma das dificuldades para qualquer um que pretenda explicar a acentuada "autonomia" entre consciente e inconsciente (que parece ser um consenso) é encontrar uma explicação razoavel de como e porque se dá esse fenomeno. Poderiamos citar: o mediunismo, o animismo, o hipnotismo, a criptmnesia, psi, etc...

Na teoria espirita boa parte dos fenomenos podem ser "resolvidos" pela
introdução de uma (ou mais) entidade exogena, enquanto na psicologia
materialista recorre-se a uma simples classificaçao, ou seja da-se a
alguns desses fenomenos o nome de dissociação da personalidade. Em alguns casos entretanto a dissociação não explica bem alguns fenomenos e muitas vezes não consegue explicar (casos classicos de mediunidade, por exemplo).

E é aí que entra o tal modelo MCM... Que na realidade ainda nao o
detalhei; Farei isso durante a minha exposição para o grupo. E
lembre-se de louco todos temos um pouco... eu é que só, nesse quesito,
estou acima da media. :-)


O MCM (Modelo Computacional da Mente) que pretendo apresentar tem por objetivo isolar a mente em blocos funcionais de forma que o fluxo de informação entre eles possa explicar os fenomenos normais e paranormais da psicologia humana.

Veja figura acima.

Conceitos:

Individualidade: O Ser espiritual integral.

Personalidade: A alma humana - A personalidade da vida atual.

Persona: São "pessoas" observaveis ou sentidas pelo "Eu". Normalmente a
persona é a propria personalidade, ou pode ser uma segunda pessoa (como na
mediunidade ou como em casos de dupla-personalidade).


Nos blocos (A) temos os estimulos externo de entrada.

Nos blocos (B) temos as producoes da mente, as personas. Elas podem ser
reais (de longa duração) ou efermeras - "pessoas" como são vistas por um
obervador externo ou auto-percepcao.

Memorias da vida atual.

Memorias de vidas passadas

Personalidades de vidas passadas: Cada personalidade carrega as suas
memorias preteritas associadas.

Gerador de Persona: Motor responsavel pela geração/construção dos diversos
tipos de personas de acordo com os inputs e/ou estimulos externos ou internos à mente.


Exemplo para melhor entender o MCM:

a) Para ser gerado a /persona/ personalidade da vida atual o fluxo de
acordo com MMC seria:

A partir da concepção:
1. Entradas: Instintos, Memorias, e Personalidades anteriores e Influencia ambientais
2. O /Gerador de Persona/ elabora uma complexa persona aqui chamada de
personalidade (persistente)
3. Esta personalidade tem autopercepcao e autoconsciencia - é essa personalidade que se expressa e é reconhecida como uma "pessoa" por observadores externos.

Para ser mais claro, eu - o Mauricio que vos escreve - seria tão
somente uma criação mental - Sem ser de fato a exata representação do
espirito (aqui chamado de Individualidade) - Eu poderia ser
substancialmente diferente dependendo do tamanho das influencias
sofridas por cada das entradas acima.

Vamos montar alguns cenarios:

Mauricio(1) - 10% Institos; 30% Vidas anteriores e 60% Influencias Ambiente
Mauricio(2) - 10% Institos; 40% Vidas anteriores e 50% Influencias Ambiente
Mauricio(3) - 5% Institos; 55% Vidas anteriores e 40% Influencias Ambiente
etc...

Somente,em algum momento apos a morte corporal é que haveria uma
integracao da personalidade com a Individualidade, transformando-se em
patrimonio do espirito.

Na proxima postagem vamos ver como a partir da montagem da
personalidade, explica-se por esse modelo fenomenos como hipnotismo e
animismo.

// COMENTARIOS SERÃO BENVINDOS //

Abraços Seixianos (o maluco beleza)
Mauricio Mendonça


Jorge Teixeira

Oi Maurício, como vai:

Tou achando tua exposição interessante e, até agora, aparentemente
simples. Tanto que decidi complicar um pouquinho pra você, pode ser?

Sabe o Fernando Pessoa? Aquele poeta português que falava coisas do
tipo "morrer é só não ser visto; a morte é a curva na estrada"; pois é.

Ele, como certamente saberá, dividia-se em eterónimos. Alberto
Caeeiro, Ricardo Reis, etc.

Pois bem, como você colocaria esse tipo de caso no seu MCM?

Cá pra nós, e muito a sério, já tenho pensado que Pessoa é a
reencarnação de Camões. Ambos fizeram _ cada um a seu modo _ a
apologia da pátria. Camões, poetizando a serviço do rei; Pessoa,
subtilizando a serviço da sua consciência livre... 500 anos dá pra
qualquer espírito se aplicar e evoluir, não?

Abraços modelísticos computacionantes e mentalísticopoéticos...

Jorge.



Mauricio Mendonca

Ola Jorge,
Finalmente uma alma viva (permita-me o pleonasmo) resolveu comentar os meus devaneios... :-)
Acho perfeitamente possivel tal ligação entre os dois grandes poetas lusitanos... porem eu (ao contrario do Montalvao, que é perito em todas as coisas he he he ...pura provocacao... ) não me sinto capaz de uma analise mais criteriosa.

"Pois bem, como você colocaria esse tipo de caso no seu MCM?"

Em se tratando de pseudonimo, o fluxo se daria no praticamente contexo da personalidade, com evidentemente pequenas influencias de existencias preteritas (e suas memorias)... mas, não chegaria a ser criada uma pois tais "pessoas" não tem auto-percepcao (e individualizacao)... apesar do mecanismo ser basicamente o mesmo - gerador de persona. Nesse caso a personalidade (vida atual) tem o dominio da consciencia, situando-se no tempo e no espaço.

Espero nao ter complicado demais...

Abraços Psicodelicos
Mauricio Mendonça
.

Mauricio Mendonca


complementando...

se sob hipnose, fosse sugerido ao FP que assumisse a personagem X - ai
sim, entraria o processo geraador-de-persona... e naquele momento
poderia ser criado um persona-efemera-imaginaria X. mas
momentaneamente auto-consciente.

ESTOU A FALAR BOBAGENS OU EXISTE ISSO DE FATO?

abç
Mauricio

oi, Maurício. Também não sei, com certeza, se pode aplicar_se teu MCM, PORÉM, PARECE UM ESQUEMA ÚTIL PARA EXPLICAR CONSTRUÇÃO DE PERSONALIDADE ENCARNADA EM LINGUAGEM MATEMÁTICA.Acho que você ta pegando aula lá em cima durante o sono e trazendo esse esquema pra baixo como recordação. Olha, como extenção ao dever de casa que voce ta fazendo pra essa aulinha no plano espiritual, aí vai mais um exercício: Como você aplicaria o modelo à dupla ou trípla personalidade? Abraços espiritomatemáticos!
Ps: você achava que não tinha maluco em portugal?... Ó eu aqui!!!


complementando...


Ola Jorge,
Não sei se tenho tomado tais aulas, mas se for o caso são bem vindas... :-)

Quanto aa sua pergunta, vamos lá...

Sindrome das multiplas-personalidades:
----------------------------------------------------------

Aqui temos que levar em conta as duas visões de mundo, a materialista (ou não-sobrevivencialista) e a espirita (ou sobrevivencialista).

Na minha opiniao parcece haver motivos suficientes para concluir que algumas dessas ocorrencias sejam puramente um fenomeno interno (psicologico) relativo aa vida atual. Nesses casos as teorias psicologicas atuais tem uma visao apropriada sobre eles. As causas dessas cisoes são basicamente traumas causadas em tenra idade, chamarei esses traumas de "coagulos mentais" que não estão disponiveis normalmelnte na consciencia da "personalidade" . Os coagulos mentais, são os gatilhos que disparam o processo de criação de uma nova "persona imaginaria", até certo ponto independende da personalidade (apresentando um alto nivel de autonomia e autoconciencia e com algum grau de persistencia). Evidentemente haveria em um grau menor influencias dos outros elementos do bloco A e demais memorias. O tratamento habitualmente atualizado, provocar cartase, como que descongela o "coagulo" através de uma rememoracao e de quebra tras o problema para a consciencia da personalidade onde pode ser racionalizado.

Parece tambem haver casos em que o modelo materialista falha ao explicar: como nos casos de mediunidade ou em alguns de regressao de memoria. Mas isso a gente vai ver nos capitulo apropriados.

Espero ter explicado a contento. Caso precise de mais algum complemento podem perguntar (ou comentar)... só nao garanto ter todas as respostas prontas... quem sabe, depois de uma dormidinha.... :-)

Abraços Fraternos
Mauricio Mendonça


Mauricio Mendonca

MCM x Hipnotismo e Animismo
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Trataremos nesse capitulo da hipnose e do anismo (quando for uma auto-hipnose)especificamente quando o fenomeno em questao seja o comando hipnotico para que um "sujeito" assuma a personalidade-aparente de alguem conhecido ou invente um de acordo com parametros passados a ele naquele momento.

Temos que considerar ainda que um comando hipnotico deve ser acolhido (aceito) pela mente do "sujeito" - mas parece que esse "de acordo" não é dado pela personalidade - e sim por algum outro nucleo consciente da individualidade (chama-se isso comumente de "inconsciente"). De qualquer forma o fenomeno acontece... e o "sujeito" passa a agir e imagina-se ser a "pessoa" sugerida.

Como aconteceria essa transformacao temporaria de acordo com o MCM?

A partir de acolhida a ordem hiponotica (ou animica) o /gerador de persona/ pega informações de /memorias atuais e de vidas passadas/ e gera uma persona-efemera-imaginaria. Essa persona dura até o final do transe hipnotico/animico, podendo ser "evocada" em momentos posteriores em novo transe.
Esse processo podem explicar alguns dos fenomenos que geralmente se atribui a fenomenos mediunicos. Em reunioes espiritas isso é chamado de animismo.


Perguntas / Duvidas / Comentarios ????

Abraços Fraternos
Mauricio Mendonça
Pessoal,

não sei se estão considerando uma variável no contexto do Animismo, em uma reunião espírita. Refiro-me ao fato de haver uma auto-hipnose, ou seja, o Medium que sofre o animismo não é hipnotizado por ninguém, a não ser por ele mesmo.

Neste caso, ou existe uma auto-hipnose realizada inconscientemente, ou então, não existe. Se não existe, o agente hipnotizador só pode ser um desencarnado.

Att.
Plínio Ventura

Ola Plinio,

Voce tem razao. Convenha-mos uma reuniao mediunica habitual é um ambiente propicio aa auto-hipnose... ou melhor dizendo aa auto-sugestao.

Mas lembrando, o animismo é a base para o fenomeno mediunico autentico, chegaremos lá, no desenvolvimento do MCM...

Abraços Fraternos
Mauricio Mendonça

Confuso Montalvao,

Já que insiste, vou fazer um resumo: Possesao é uma obsessao em grau mais elevado.

Isso não significa dizer que o espirito obssessor expulse o inquilino temporariamente. Usando o MCM para explicar, é quando as entradas do bloco A a influencia de (espiritos) seja proxima a 100%...é gerada entao uma persona-efemera-composta que é o que o obeservador pode ver durante esses fenomenos.

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A Navalha de Ockham


A Navalha de Ockham não postula que adotemos a explicação mais simples. Ela é apenas um princípio de parcimônia, que se baseia na não multiplicação de entidades desnecessárias. Isso não significa, de forma alguma, que a explicação mais simples tenha algum privlégio sobre qualquer outra.



Caros Amigos,

Segue um debate ocorrido no grupo INTER-PSI, sobre um dos principios
utilizados no meio cientifico, chamado principio NAVALHA DE OCKHAM. Esse
principio é utilizado para escolhermos entre duas ou mais hipoteses
cientificas escolher a que for mais "simples".

> -----Mensagem original-----
> De: DETEC/Consult - Maurício Júnior de Mendonça
> Enviada em: sexta-feira, 13 de maio de 2005 08:27
> Para: Fórum Virtual de Pesquisa Psi (E-mail)
> Assunto: A Navalha de Ockham
>
> COMPILACAO DAS DISCURSOES ATE AQUI
> --------------------------------------------------------------------
>
#1 Mauricio:
Creio que as nossas discordancias GRAVES sao: Limites de Psi e Navalha de
Ockham. Mas isso fica pra uma outra ocasiao. rsrssrsrs

#2 Wellington:
Tá bom! Mas ofereço um trecho do texto de um colega de outra lista
(Ceticismo Aberto), Marcelo Esteves "Druyan", que comenta bem rapidamente
algo de interesse a respeito da Navalha de Ockham. Ele e outro listeiro,
Roberto, estiveram dialogando a respeito da definição de ciência e coisas
do gênero.

---------------------
Marcelo: Acho um grande arro agarrarmos a primeira explicação que
faça sentido, simplesmente por não haver outra melhor.

Roberto: Sem dúvida! Mas tb considero um erro assumirmos uma
explicacao por que ela aparenta ser a mais simples dentre todas as
apresentadas.

Concordo com você. Mas se você está se referindo à Navalha de
Ockham, há aí um equívoco muito comum.

A Navalha de Ockham não postula que adotemos a explicação mais
simples. Ela é apenas um princípio de parcimônia, que se baseia na
não multiplicação de entidades desnecessárias. Isso não significa, de
forma alguma, que a explicação mais simples tenha algum privlégio
sobre qualquer outra.

Vou usar um exemplo.

Hoje, a ciência conhece os fenômenos envolvidos na eclosão de um
trovão. Sabemos, por isso, que se trata de um fenômeno natural. Pois
bem, se alguém disser que é Thor, deus do trovão, quem produz os
estrondos, o princípio de parcimônia pede que esta hipótese seja
descartada a favor da primeira. Por que?

Porque Thor é uma entidade desnecessária na explicação de como
acontecem os trovões. Se os trovões podem ser explicados por causas
naturais, não há porque postular uma entidade sobrenatural como
responsável por eles. Thor sobra, é desnecessário para explicar os
trovões.

Então, ficamos com a explicação da ciência, não porque seja mais
simples, mas porque é suficiente.

Vou usar um exemplo inverso. Os espíritas afirmam que quando um
médium psicografa, há um espírito atuando sobre ele. Explicação
simples. Mas hoje, há outras explicações que respondem às lacunas e
contradições observadas em fenômenos de psicografia. É uma explicação
simples? Não. Ela envolve um entrelaçamento de psicologia,
sociologia, pesquisa psi, etc. É uma hipótese complexa, mas que dá
conta do recado, melhor que a hipótese espírita.

Quando estes fundamentos estiverem bem estabelecidos e a
psicografia puder ser explicada por causas naturais, o princípio de
parcimônia pedirá que se desconsdire a atuação de espíritos, por
desnecessária.
> --------------
/

#3 Mauricio:
Nao resistindo aa tentacao...

> "***Quando*** estes fundamentos estiverem bem estabelecidos e a
> psicografia puder ser explicada por causas naturais, o princípio de
> parcimônia pedirá que se desconsdire a atuação de espíritos, por
> desnecessária." Asteriscos meus.

Tô começando a gostar dessa navalha. Mas duvido que essa recomendacao seja
levada a seria JÁ. Ou seja "atuação de espiritos" é que deva prevalecer
por ser mais simples e AINDA nao se ter a explicação "natural".

O autor Parece querer dizer algo assim: __ O principio de parcimonia pede
que se desconsidere a "atuacao de espirito" pois a explicação das causas
naturais a tornará em breve desnecessaria" __ Ou seja, é o dogmatismo
cientifico disfarcado de bom senso... apesar de contradizer a propria
logica. Lembra o argumento de fé dos teologos medievais: creio mesmo que
absurdo!

> Achei a explicação muito boa!
/
#4 Vitor:
comentando:

"1-Vou usar um exemplo inverso. Os espíritas afirmam que quando um
médium psicografa, há um espírito atuando sobre ele. Explicação
simples. Mas hoje, há outras explicações que respondem às lacunas e
contradições observadas em fenômenos de psicografia. É uma explicação
simples? Não. Ela envolve um entrelaçamento de psicologia,
sociologia, pesquisa psi, etc. É uma hipótese complexa, mas que dá
conta do recado, melhor que a hipótese espírita." Do texto anexo.

***Há muitas diferenças entre os casos de psicografia para dizer que a
hipótese de psicologia+sociologia+pesquisapsi dá conta do recado melhor
que a espírita. Há casos extraordinários em que a letra é idêntica à do
morto, e não só isso, a forma de separar as palavras também, e não só
informações corretas e desconhecidas são transmitidas, mas mostra os
desejos do espírito de se comunicar a atitudes que comprovam sua
personalidade .Um exemplo é o caso Oscar Wilde, cuja médium foi
Travers-Smith, citada nos Proceedings. E discordo quanto ao problema de
criação de entidades desnecessárias. Mesmo a ciência recorre à criação de
entidades para exlicação de seus fenômenos. Por exemplo, quando "cria"
grávitons para explicar a gravidade (e existem hipóteses concorrentes mais
simples, e nem por isso os grávitons, apesar de não estarem tão na moda
como há 5 anos, "deixaram de existir"), ou quando "cria" táquions,
partículas que andam a velocidades superiores à da luz, se dirigindo
eternam ente para o passado. Se a física pôde trabalhar com os táquions, não entendo
porque não podemos trabalhar com espíritos, que me parecem bem menos
extraordinários do que os táquions.Espíritos seriam apenas nossa
consciência que prosseguiria após a morte (não há nada que mostre o
oposto, ao contrário de táquions, que penso violam algumas leis), pelo
menos por algum tempo, alguns podendo reencarnar e se comunicar com os
vivos atuando através do cérebro do médium.

...A fenomenologia é extremamente complexa, em muitos casos, sugerindo a
hipótese espírita.
/

#4.1 Leonardo:
"E discordo quanto ao problema de criação de entidades
desnecessárias. Mesmo a ciência recorre à criação de entidades para
exlicação de seus fenômenos. Por exemplo, quando "cria" grávitons para
explicar a gravidade." Vitor

Na realidade o gráviton é uma simplificação, já que a a transmissão da
força gravitacional se daria de forma semelhante ao que ocorre com as
demais forças. Sem o graviton, a gravidade é uma força a parte, com o
gráviton, estamos mais próximos de uma teoria unificada.
/
#4.2 Vitor:
***E a hipótese espírita não unifica diversos fenômenos psi? psicografia,
memórias espontâneas, marcas de nascença? Não seria uma simplificação? Não
teríamos uma teoria unificada? Todos os fenômenos parapsíquicos
explicam-se com o espírito e seu invólucro perispiritual. (Fonte:
Fundamentação da Ciência Espírita)
/
#4.3 Leonardo
Na teoria das supercordas, por exemplo, o gráviton, como todas as
demais particulas subatômicas, é uma vibração específica das
supercordas e emerge naturalmente das equações.
E qual seria a hipótese alternativa, neste caso ?
/
#4.4 Vitor:
.***As supercordas, com 10 dimensões. Ou as branas, que surgiram depois,
com 12 (quem disse que a ciência prefere a teoria com o menor número de
elementos?) . Escolha a sua :-)

Acesse http://www.specon.hpg.ig.com.br/artigos/artigo16.htm Caso não goste
da bibliografia, pelo menos a parte física achei bem escrita :-)
> /

#5 Wellington:
Maurício,
Você não acha que o "quando" usado pelo autor reflete humildade científica
e não o dogmatismo a que você se refere? Não estaria ele afirmando
simplesmente que há fatores naturais que *talvez* possam dar conta da
alegação?
/
#6 Mauricio:
Wellington,Essas "acusações" faziam parte da a qual introduzi
o e-mail. Com certeza tem um exagero da minha parte. Acho que a sua
interpretacao esta´ coerente. Porém...

Ele parece estar usando "dois pesos e duas medidas"... ele diz:

No caso do Trovao:
"Então, ficamos com a explicação da ciência, não porque seja mais
simples, mas porque é suficiente."

Entao ele diz que vai dar um exemplo inverso, e acaba dando um exemplo
simetrico, onde trovao==psicografia thor=espirito. E continua ...

"quando um
médium psicografa, há um espírito atuando sobre ele. Explicação
simples. Mas hoje, há outras explicações que respondem às lacunas e
contradições observadas em fenômenos de psicografia. É uma explicação
simples? Não."
>
E conclui:

"É uma hipótese complexa, mas que dá conta do recado, melhor que a hipótese espírita."
>
E depois se contradiz:

"Quando estes fundamentos estiverem bem estabelecidos e a
psicografia puder ser explicada por causas naturais, o princípio de
parcimônia pedirá que se desconsdire a atuação de espíritos, por
desnecessária."
>
Da minha parte usando apenas os seus (dele) argumentos eu diria mais ou
menos como o Wellington sugeriu, e aí sem seria humildade cientifica:

__ Pelo menos por enquanto a hipotese espirita é preferida pela sua
simplicidade (se esse fosse o principal criterio), até quando novos
conhecimentos explicarem satisfaoriamente o fenomeno da psicografia.
/
> #1.xx Wellington
Mas toda a argumentação apresentada pelo Marcelo Esteves é a de que
"simplicidade" tem outro sentido: a de menor número de entidades. A
hipótese espírita amplia o número de entidades conhecidas ou em avaliação
científica, de modo a não ser a preferida.
/
#1.XX Mauricio
Wellington,
Por isso mesmo é que ele entra em contradicao entre o principio que
estabelece e a conclusao a que chega: Veja:

"Vou usar um exemplo inverso. Os espíritas afirmam que quando um
médium psicografa, há um espírito atuando sobre ele. Explicação
simples. Mas hoje, há outras explicações que respondem às lacunas e
contradições observadas em fenômenos de psicografia. É uma explicação
simples? Não. Ela envolve um entrelaçamento de psicologia,
sociologia, pesquisa psi, etc. É uma hipótese complexa, mas que dá
conta do recado, melhor que a hipótese espírita."

> Onde: Qde de entidades
>
(H. Esp) ---> 1
(Outras explic.) --> psicologia+sociologia+pesquisa psi+ etc = 4 ou mais

e Reconhece que:

" ****Quando*** estes fundamentos estiverem bem estabelecidos e a
psicografia puder ser explicada por causas naturais, o princípio de
parcimônia pedirá que se desconsdire a atuação de espíritos, por
desnecessária."
>
Portanto,(SEGUNDO O AUTOR e nao eu ou voce) qual é a mais "simples" no
presente?
>
Claro que a H. espirita *por eqto*, a nao ser que se decrete, e aí entra o
DOGMA (nao no sentido pejorativo) de que "espirito" é uma entidade
desnecessaria. Uma avaliação puramente pessoal, diria mesmo, metafisica.
>
Obs. Estamos avaliando tao somente a psicografia. Deixamos de fora uma
infinidade de fenomenos, .onde as "entidades" tenderiam a crescer mais e
mais. Observe tambem que na ansia de abalisar sua tese o autor, inclui na
base da sua "Teoria X" (psicologia+sociologia+pesquisa psi+ etc) ainda nao
demonstrada sarisfatoriamente (cf. ele) uma outra hipotese na mesma
situacao (PSI)que nem sequer se sabe se existe.
> /


> Abraço,
> Vitor
>
> Fraternos Abracos
> Mauricio Mendonca
>
> Um fraternal abraço,
> Wellington Zangari
>
> um abraço
> Leonardo Stern
>

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Grande Mestre de Xadrez Falecido enfrenta Victor Korchnoi




O homem na foto acima à esquerda é, é Geza Maoczy, um enxadrista Húngaro, que já foi o terceiro no rank mundial (por volta de 1900), e que morreu em 1951. Na direita um renomado grande mestre da atualidade, Victo Korchnoi.

Recently, I have joined the British Society for Psychical Research; and, to my delight, upon receiving the most recent issue of their Journal, I found the lead article by Wolfgang Eisenbeiss and Dieter Hassler titled, “An Assessment of Ostensible Communications with a Deceased Grandmaster as Evidence for Survival.” The story contained therein, I believe, ranks among the most remarkable ever recorded in the 150 year history of research into human survival after death.

Recentemente foi publicado no Jornal da SPR britânica, um artigo de Wolfgang Eisenbeiss and Dieter Hassler titled, “An Assessment of Ostensible Communications with a Deceased Grandmaster as Evidence for Survival.” ("Uma avaliação de comunicações ostensivas com um falecido grande-mestre como uma evidência para a sobrevivência"). TA estória descrita, acredito, posiciona como a mais importante já registrada em 150 nos da história da pesquisa da sobrevivencia da alma humana após a morte.

The game was set up by coauthor Eisenbeiss, a Swiss asset manager and amateur chess player with a deep interest in mediumship, who had developed a long-standing relationship with Robert Rollans, a medium who specialized in automatic writing. Eisenbeiss asked Rollans if he could make contact with a deceased chess grandmaster who would be willing to play a game with a living grandmaster – for purposes of proving the reality of survival. Though this process, contact was ostensibly made with Geza Maroczy. Victor Korchnoi was then invited to play a match, in which the moves of Maroczy would be specified through the automatic writing of Robert Rollans (who had no knowledge whatsoever of chess). The game was conducted through the mail. It began in 1985 and lasted almost eight years. (The game was slowed down due to the travel schedules of both Korchnoi and Robert Rollans.) Maroczy resigned after move 48.Korchnoi's comment about the quality of this match, given at the 27th move was: During the opening phase Maroczy showed weakness. His play is old-fashioned. But I must confess that my last moves have not been too convincing. I am not sure I will win. He has compensated the faults of the opening by a strong end-game. In the end-game the ability of a player shows up and my opponent plays very well.The article in the Journal of the Society for Psychical Research goes on to detail many other pieces of obscure, validated information provided during the course of this experiment, that provide additional evidence that the automatic writing communicator was indeed the deceased Maroczy. The authors claim that the private details provided by Maroczy through automatic writing were determined, after careful historical research, to be 94% accurate.The case is an outstanding one because the afterlife communications not only demonstrated a knowledge of facts and events – but also a unique, and very rare, skill. While fraud cannot be absolutely ruled out in this case, it does seem highly unlikely (unless you believe survival to be impossible, in which case fraud would be the only conceivable explanation).The authors conclude as follows: Until such a case can be replicated elsewhere, it is our view that this is a strong case of its type, suggesting – albeit to the materialist-scientific standards not proving – survival and demonstrating the utility and pertinence of the survival hypothesis.

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